No dia 9 de Maio, na presença do diretor do Museu Dos Patudos, Nuno Prates, da vereadora da cultura Casimira Alves e da presidente da Junta Fernanda Cardigo, foi inaugurada a exposição coletiva de pintura de Massimo Esposito e seus alunos. A data foi escolhida para lembrar os 35 anos em Portugal do pintor e sobretudo os 25 anos de atividade ininterrupta do laboratório de pintura de Abrantes.
Estavam presentes 35 obras dos alunos deste laboratório, como de Entroncamento e de Alpiarça, que alcançaram quase todas as técnicas das belas artes e muitos temas e correntes artísticas.
Havia também 5 obras inéditas do autor e foi lançado o seu 1º livro, “Miss Dea”. A afluência foi inesperada pelo número e interesse dos presentes que vieram de concelhos e distritos limítrofes, tanto que se pode dizer foi uma das mais visitadas deste museu. Neste caso agradecemos a gentileza e disponibilidade da Camara e da Junta de Alpiarça.
A exposição está patente aos visitantes até dia 30 de Junho e que assim, podem também visitar este belo museu e a rica coleção de José Relvas.
Escrevi as linhas acima para informar os cidadãos do Médio Tejo que já se encontram patentes várias exposições no nosso território e que se podem visitar presencialmente, com as devidas cautelas, e esta é uma dela.
Empresários, donas de casa, estudantes e reformados, nossos vizinhos e conhecidos que se empenham semanalmente na aprendizagem das técnicas artísticas e que são premiados com uma exposição num famoso museu, teriam de ser acarinhados mais pela imprensa local e sobretudo, como já é muito que escrevo, ter oportunidades de expor os próprios trabalhos na própria Vila ou Cidade.
Cada Concelho teria de ter uma sala de exposições de artistas locais. Os, com certeza muito atarefados jornalistas locais, ter um pouco mais de atenção aos criativos de casa, e haver um responsável autárquico que ajudasse e incentivasse a arte e expressão artística, de todas as áreas, sobretudo numa cidade dedicada aos museus e arte como Abrantes. Não acham?

