Exército valida treino individual de força que será projetada para o flanco leste da NATO. Foto: Exército

O Campo Militar de Santa Margarida acolheu, entre 23 e 27 de março, o exercício “SLAVIA 261”, destinado à validação do treino individual dos militares que vão integrar a 5.ª Força Nacional Destacada para a Eslováquia.

O exercício teve como objetivo principal avaliar e validar as competências individuais da subunidade, consolidando a capacidade operacional da força antes da sua projeção para o teatro de operações. Segundo o Exército, os treinos focaram-se em áreas críticas como técnica individual de combate, transmissões, armamento, topografia e a difusão de relatórios operacionais.

Este aprontamento insere-se no ciclo de preparação da 5.ª Força Nacional Destacada (5ªFND/SubAgr/MNBG SVK), que irá substituir o contingente atualmente no terreno no âmbito das medidas de reforço da NATO no flanco leste europeu.

Exército valida treino individual de força que será projetada para o flanco leste da NATO. Foto: Exército

Portugal mantém uma presença constante na Eslováquia desde 2023, integrada no Multinational Nation Battle Group (MNBG SVK) da NATO. Esta missão, liderada pela Chéquia, foi estabelecida como resposta direta à invasão da Ucrânia pela Rússia, visando reforçar a postura de dissuasão e defesa da Aliança Atlântica na região.

Os militares portugueses, estacionados maioritariamente no Centro de Treino de Lešť, têm participado em exercícios multinacionais de grande escala, operando em articulação com forças de países como a Eslováquia, Chéquia, Estados Unidos, Alemanha e Eslovénia. A missão foca-se na interoperabilidade entre exércitos aliados e na vigilância ativa do território da Aliança.

Exército valida treino individual de força que será projetada para o flanco leste da NATO. Foto: Exército

A projeção desta quinta força nacional, prevista para a primeira quinzena de agosto, reafirma o compromisso de Portugal com os planos de defesa coletiva da NATO, num contexto de segurança na Europa central e de leste que permanece marcado pela elevada prontidão operacional.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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