Exército realiza exercícios conjuntos para preparar missão no flanco leste da NATO. Foto: BrigMec

O Exercício CARPHATOS START, da 9.ª Força Nacional Destacada para a Roménia, decorre entre 20 e 28 de abril, em simultâneo com os exercícios SAGITÁRIO, da Brigada de Intervenção, e ARGOS, do Agrupamento ISTAR.

A realização integrada destes exercícios permite treinar, de forma articulada, capacidades de combate e apoio das unidades operacionais, com destaque para forças provenientes do Regimento de Infantaria n.º 14 e do Regimento de Cavalaria n.º 3.

Segundo o Exército, esta articulação garante “uma preparação abrangente, integrada e multidisciplinar” dos militares que irão integrar a missão internacional.

Durante o período de treino, os militares executam operações táticas, realizam tiro com armas individuais e coletivas e treinam a utilização de sistemas aéreos não tripulados.

As atividades incluem ainda o treino de comunicações militares e o reforço das capacidades de vigilância, reconhecimento e recolha de informações, numa lógica de atuação conjunta entre diferentes valências operacionais.

A sinergia entre os meios de Informações, Vigilância e Reconhecimento (ISTAR) e as forças de combate, nomeadamente o 2.º Batalhão de Infantaria Mecanizado de Rodas, constitui um dos eixos centrais do exercício.

Os exercícios visam o aperfeiçoamento da manobra das unidades e a consolidação de procedimentos táticos, contribuindo diretamente para a preparação da Força Nacional Destacada, composta por cerca de 200 militares.

Esta força será projetada no verão para a Roménia, integrando o dispositivo da NATO no flanco leste da Aliança, no quadro dos compromissos internacionais assumidos por Portugal.

O treino em Santa Margarida assume, assim, um papel determinante na validação das capacidades operacionais da força, reforçando a prontidão e a interoperabilidade com aliados.

Segundo o Exército, o conjunto de exercícios traduz “a essência de uma instituição moderna, profissional, pronta a servir e preparada para combater”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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