Movimento solidário apoia família de Rio de Moinhos após incêndio que destruiu habitação. Foto: DR

A comunidade de Rio de Moinhos, no concelho de Abrantes, volta a unir-se numa onda de solidariedade para apoiar a família Pereira, cuja habitação sofreu danos graves num incêndio a 9 de janeiro. A iniciativa mais recente é uma Caminhada e Almoço Solidário agendada para este sábado, dia 31 de janeiro. Com a previsão de uma trégua nas tempestades, a organização, a cargo da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos, confirma que o evento terá um sol tímido, ideal para a prática da caminhada.

O evento terá início pelas 10h00, com partida do Cais de Rio de Moinhos para um percurso fácil de 6 Km, que inclui um reforço. O Almoço Solidário será na Casa do Povo de Rio de Moinhos às 13h00. É importante notar que a totalidade da receita do evento reverterá a favor da reconstrução da habitação da família, graças à generosidade dos participantes e dos comerciantes e associações locais (O Celeiro, Noémia Casa de Pasto, Mercearia Ramiro Pereira, entre outros) que ofereceram a alimentação, bebidas, café e doces.

As inscrições estão abertas e devem ser efetuadas antecidamnete, fator crucial para a logística do evento. O custo é de 15€ para a inscrição que inclui caminhada e almoço, ou 5€ apenas para a caminhada. Para inscrições ou mais informações, os interessados devem contactar a Junta de Freguesia através do número 241 881 502.

O incêndio de 9 de janeiro destruiu por completo o telhado e o sótão da habitação da família Pereira, afetando gravemente o piso inferior. Desde então, a comunidade tem prestado apoio imediato, permitindo o realojamento temporário da família.

Para além deste evento, a família apela à continuidade do apoio através do IBAN/NIB Solidário PT50 0036 0059 99100143284 69 (Conta Solidária no Banco Montepio).

Quem pretender doar bens como mobiliário, eletrodomésticos ou oferecer mão-de-obra pode contactar diretamente os membros da família: David Pereira (938 428 324, disponível para MBWay), Jorge Pereira (966 262 905) e Fátima Belém (933 415 146).

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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