Semana Académica em Tomar até 17 de maio. Foto: FSI

A cidade templária volta a ser o palco das celebrações académicas com o arranque oficial da Semana Académica de Tomar ’26. Entre os dias 11 e 17 de maio, os estudantes do Instituto Politécnico de Tomar (IPT) cumprem um calendário que funde a tradição com momentos de convívio e consciência cívica.

O programa abre solenemente hoje, às 23h00, com a Serenata Monumental na Igreja de Santa Maria dos Olivais, um momento de emoção que marca o início da despedida para muitos finalistas. Na terça-feira, o espírito académico desce às ruas com uma vertente ecológica e social: às 14h30, a Biblioteca Municipal recebe o Plogging Challenge (caminhada pela saúde e sustentabilidade), seguindo-se o emblemático Rally Tascas na Praça da República, a partir das 21h00.

A quarta-feira, dia 13, será marcada pela Baldada, com o percurso a ligar o campus do IPT ao Mercado Municipal a partir das 14h00. A partir de quinta-feira, o centro nevrálgico da animação noturna desloca-se para o Convento de S. Francisco, começando com o Dia de Tunas às 22h00 e prolongando-se pelo fim de semana com nomes como Dj JBK, Rokas, Kenliss e Dj Pablu.

O encerramento das festividades acontece no domingo, dia 17 de maio, com a cerimónia da Bênção das Pastas na Igreja de São João Baptista, pelas 15h00, encerrando uma semana de forte simbolismo para a comunidade estudantil e para a cidade.

As atividades decorrem ao longo da semana com os seguintes destaques: a Serenata inicia as celebrações hoje no Zambujal de Tomar; a terça-feira foca-se no Plogging Challenge e no Rally Tascas; a quarta-feira é dia de Baldada; a quinta-feira celebra as Tunas e os dias 15 e 16 de maio são dedicados às grandes festas noturnas no Convento de S. Francisco, terminando o ciclo no domingo com a solene Bênção das Pastas às 15h00.

A iniciativa conta com o apoio do Município de Tomar, do IPDJ e do Instituto Politécnico de Tomar.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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