Bemposta vai ter zona espetáculo para a Baja Portalegre 500. Foto arquivo: DR

Vai para a estrada, entre 23 e 25 de outubro, a 39ª edição da mais mítica prova de todo o terreno em Portugal, a Baja Portalegre 500. A prova criada por José Megre e Pedro Vilas Boas em abril de 1987, então com o nome de Rali Maratona de Portalegre –  Finicisa,  tem-se afirmado ao longo dos anos como uma das mais  importantes provas mundiais da especialidade.

A 39ª edição da Baja Portalegre, prova rainha do todo-o-terreno nacional e etapa da Taça do Mundo FIA de Bajas, arranca esta quinta-feira e prolonga-se até sábado, reunindo um total de 365 concorrentes inscritos.

Títulos em jogo na 39ª bp Ultimate Baja Portalegre 500

A 39ª bp Ultimate Baja Portalegre 500 (ver programa AQUI) pode ser determinante para encontrar os vencedores da Taça do Mundo FIA de Bajas e da Taça da Europa, mas também dos campeonatos nacionais de carros e motos. A emoção do todo-o-terreno vai durar até ao último quilómetro.

A Taça do Mundo FIA de Bajas tem oito provas desafiantes e com caraterísticas completamente distintas. Começou no Médio Oriente, seguiram-se quatro bajas na Europa, sendo a bp Ultimate Baja Portalegre 500 a sexta prova da temporada. O campeonato termina com dois eventos no Qatar e Dubai. As provas da Taça do Mundo têm uma duração máxima de quatro dias e um mínimo de 350 quilómetros cronometrados.

Bemposta vai ter zona espetáculo para a Baja Portalegre 500. Foto: CMA

O argentino Juan Yacopini lidera com 22 pontos de vantagem sobre o checo Miroslav Zapletal, estão são os principais favoritos a suceder a João Ferreira como vencedor da Taça do Mundo de Bajas. O português Francisco Barreto é quinto na classificação a 128 pontos do líder e era preciso uma hecatombe dos adversários nas três provas que faltam disputar para vencer a competição.

A Taça da Europa FIA de Bajas tem nove etapas, as duas últimas realizam-se em Portugal, cabendo à bp Ultimate Baja Portalegre 500 encerrar a época. O título de pilotos vai decidir-se entre Bartlomiej Wajzer, que tem 397 pontos, Wlodzimierz Grajek, com 313, e Miguel Angel Valero, com 310. Afonso Oliveira é quarto classificado a 114 pontos do primeiro e sem hipóteses de conquistar esta taça.

Bemposta mantém zona espetáculo para a Baja Portalegre 500. Foto: Baja

A temporada aproxima-se do fim e os títulos nacionais também podem ficar decididos na prova organizada pelo Automóvel Club de Portugal (ACP). Gonçalo Guerreiro é o primeiro classificado com 113 pontos, seguido por João Ferreira, com 108 e Tiago Reis, com 79, estes são os únicos pilotos que podem chegar ao título nacional, quando faltam disputar duas provas. A luta pelo título de equipas trava-se entre o Team Transfradelos, que tem 179 pontos, e o Old Friends Rally Team, com 97.

Nas motos, há cinco pilotos a lutar pelo título no todo-o-terreno. Micael Simão está na frente com 112 pontos, seguido por Martim Ventura, com 68, Gustavo Gaudêncio, com 62, e Tomás Dias e Bernardo Megre, com 59.

Esta prova desportiva, que este ano assinala a sua 39.ª edição, é considerada a “prova rainha” do todo-o-terreno em Portugal, e vai passar pela Bemposta no sábado, dia 25 de outubro.

Como principais novidades da prova, organizado pelo Automóvel Club de Portugal, está precisamente o percurso semelhante ao desenhado em 2024 na freguesia da Bemposta e também uma passagem pelo Campo Militar de Santa Margarida.

A 39ª Baja Portalegre 500 decorre de 23 a 25 de outubro e é pontuável para a Taça do Mundo FIA de Bajas e para os principais campeonatos de Portugal sob a égide da FPAK e da FMP.

As Zonas Espetáculo para a 39ª edição da Baja Portalegre 500, que incluem na região, além de Bemposta, Campo Militar de Santa Margarida, a zona do Domingão, em Ponte de Sor, e na Comenda, em Gavião, entre outras (ver AQUI) foram preparadas em áreas amplas, com boa visibilidade e, acima de tudo, seguras.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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