Nos últimos dias assistimos a muitos balanços do ano que passou. Foi um ano marcante e o ano que agora começa continuará com os mesmos desígnios e dificuldades que o ano que termina.
Em Portugal, o ano de 2016 foi marcado pela eleição do Engenheiro António Guterres de quem tanto já se falou neste espaço. Alguns podem continuar na crítica silenciosa ao nosso melhor entre os melhores, mas a verdade é que a sua eleição é uma lufada de ar fresco na falta de humanismo das organizações internacionais.
O ano que passou também demonstrou que tudo é possível desde que lutemos. A vitória de Portugal no Europeu com um golo do “patinho feio” Éder foi a prova desse facto. É isso que desejo para o ano novo, que todos nós saibamos lutar pelos nossos sonhos.
O ano de 2017 é um ano de múltiplos desafios para Portugal e para o mundo, mas não devemos deixar o pessimismo vencer. A esperança deve pautar nos nossos dias e devemos deixar o humanismo vencer em cada um de nós. A solidariedade e a fraternidade devem estar em cada gesto. Fomentar o respeito pelo outro, que muitas vezes deixamos que se perca através do insulto anónimo tão fácil numa rede social.
Escrevo esta crónica na manhã do primeiro dia do ano, por isso desejo a todos os leitores um bom ano de 2017.
