“Perguntar sobre o acesso à Praia Fluvial de Alverangel, que o senhor presidente da Câmara referiu também, numa das reuniões anteriores”, começou por dizer a vereadora, lembrando que o presidente tinha mencionado estar “a negociar com uma das proprietárias contíguas ao acesso” e que “já tinha começado essa negociação com outro proprietário”.
“Mas que com esta proprietária iria ter uma reunião sobre se conseguir uma melhoria nas condições de acesso a esta Praia Fluvial em Alverangel, São Pedro de Tomar”. Lurdes Ferromau Fernandes quis saber se a reunião foi realizada e “como é que estão a correr essas negociações”.
Em resposta à intervenção da social-democrata, o presidente da Câmara Municipal de Tomar, Hugo Cristóvão afirmou que “em relação ao acesso a Alverangel, tal como disse na altura, a conversa com a outra proprietária confinante não altera aquilo que já estava definido para a intervenção mais próxima da água”.
“Portanto, intervenção que consistirá na colocação, no fundo, de uma escadaria que melhora o acesso ali numa zona que é, enfim, composta essencialmente de rochas e ao mesmo tempo ajuda a delimitar também aquilo que é o espaço público de acesso à água, do espaço privado de quem ali tem uma habitação”, acrescentou.

Hugo Cristóvão explicou ainda que, “a reunião ou conversa com esta proprietária tem mais que ver com a parte superior do acesso e nomeadamente a zona onde está atualmente um portão e as formas como se pode melhorar esse acesso, sempre na lógica de que, portanto, que fique bem definido aquilo que é um acesso público, mas ao mesmo tempo também proteger o acesso privado.”
O autarca referiu também um dos problemas que continuam a preocupar o município. “Sendo ainda uma das problemáticas abordadas, que não é nova, tem vindo a ser abordada também com o outro proprietário, a questão das dificuldades do acesso rodoviário, porque efetivamente há ali uma parte final de estrada que é, como sempre foi, de difícil acesso e onde muitas vezes os carros ou até por vezes caravanas, apesar da sinalização que nós lá colocámos, continuam a aceder indevidamente e depois têm muitas dificuldades, por vezes, em conseguir sair, uma vez que o acesso é de facto muito exíguo.”
“Portanto, abordámos algumas das hipóteses para tentar, no fundo, fazer com que os automobilistas respeitem a sinalização, sendo certo que não é fácil. Não podemos ter um polícia a cada esquina, mas também não podemos exageradamente vedar tudo e, portanto, foram essas as questões abordadas”, concluiu o presidente da Câmara.
