Custodio Castelo. Foto: DR

À semelhança de anos anteriores, o verão vai ser vivido com animação no Entroncamento. Até 6 de setembro, a Praça Salgueiro Maia transforma-se no palco do programa “Noites de Verão 2025”, que promete animar as noites quentes da cidade com espetáculos diversificados e de entrada gratuita. No sábado, 30 de agosto, o destaque vai para uma noite de fados.

A noite de 30 de agosto vai contar, às 22h00, com a a atuação de Rui Tanoeiro, que se apresentará com o seu fado tradicional, e de Custódio Castelo, autor, compositor e intérprete da guitarra portuguesa, que celebra 40 anos de carreira. Um espetáculo que une a tradição do fado à sensibilidade e inovação do instrumento que dá voz à alma de Portugal.

A iniciativa ‘Noites de Verão’, promovida pela autarquia, inclui concertos, folclore, fado, música tradicional e atuações de DJs, reunindo diferentes estilos musicais para todas as idades e gostos, com o objetivo de celebrar o verão com cultura, alegria e espírito de comunidade.

O programa arrancou a 18 de julho, com a atuação do Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova, vindo da Região Autónoma da Madeira. Seguiu-se no sábado, dia 26 de julho, um concerto da Classics Band, e a 2 de agosto o destaque foi para o XVI Festival Internacional “Acordeão em Espetáculo”.

A Classics Band atuou no Entroncamento a 26 de julho. Foto: Classics Band

O mês de agosto termina com uma “Noite de Fados”, a 30 de agosto. A edição de 2025 encerra com o DJ Speed, a 6 de setembro. Todas as atuações têm início às 22h00 e a entrada é livre. DJ Speed destaca-se pelo seu estilo único, combinando Deephouse, Soulful, Tech House e Techno, com uma seleção das melhores músicas atuais e clássicos da dance scene. Com 24 anos de carreira, incluindo 10 em Londres, é uma referência da música eletrónica.

Todas as atuações têm início às 22h00 e a entrada é livre.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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