Agulha e lã. Foto: Pixabay

A Galeria Municipal do Entroncamento recebe no sábado, 27 de janeiro, duas oficinas de tapeçaria bordada, uma de manhã e outra à tarde, conduzidas por Dulce Contente, com formação pela Escola de Artes Decorativas António Arroio na área de têxteis. A participação é gratuita, devendo ser efetuada inscrição prévia.

Nascida no Cartaxo, Dulce Contente, tem formação pela Escola de Artes Decorativas António Arroio na área de têxteis. Foi, durante 34 anos, professora de Têxteis, Trabalhos Manuais, Educação Visual e Tecnológica, estando agora aposentada. Com uma larga experiência pedagógica, a artista convida o visitante a desenvolver novas competências estéticas e de motricidade fina.

A Oficina decorre em duas sessões, sendo a primeira entre as 10h00 às 11h30, destinada a pais e filhos, e a segunda entre as 16h00 e as 17h30, destinada à população adulta.

A entrada é gratuita, devendo ser efetuada inscrição prévia através do mail cultura@cm-entroncamento.pt ou pelo telefone 249 720 400.

“Musicalidades” Exposição de Tapeçaria Bordada de Dulce Contente

A Galeria Municipal do Entroncamento acolhe, desde o dia 20 de janeiro e até 01 de fevereiro, uma exposição de tapeçaria bordada de Dulce Contente.

Sobre esta exposição ao público e o tema escolhido, Dulce Contente afirma: “Sou amante de arte e música, vivi profundamente o movimento rock e tento, nesta exposição, mostrar alguns dos meus ícones mais marcantes. Utilizo os diversos pontos lançados possíveis de executar em tapeçaria bordada.”

“Musicalidades” dá o mote para a exposição de Tapeçaria Bordada de Dulce Contente

A exposição  pode ser visitada na Galeria Municipal até ao dia 1 de fevereiro, de terça-feira a sexta-feira, das 14h00 às 18h00, e aos sábados, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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