Entroncamento recebe conferência sobre turismo ferroviário no Vouga e Dão. Foto: DR

O Museu Nacional Ferroviário reabre ao público esta segunda-feira, dia 18 de maio, data que coincide com o Dia Internacional dos Museus e com o 5º aniversário do Museu localizado junto à estação ferroviária do Entroncamento, adotando todas as normas de saúde pública e de higiene devido à covid-19.

Para assinalar a data, os responsáveis pelo museu promovem neste dia o festival online “All Aboard! O Museu faz a festa em sua casa!” com um cartaz composto por diferentes artistas e testemunhos de pessoas e entidades que, em diferentes ocasiões, fizeram parte destes cinco anos de vida do museu.

A partir das 12h00, nas páginas do Facebook e Instagram do museu, vai ser possível assistir às atuações especiais de O’Gajo, Tó Trips (Dead Combo), Discantus Projecto, Cais Sodré Funk Connection, Companhia Custom Circus, entre outros. Está também prevista a apresentação de testemunhos de várias entidades, parceiros e amigos e de muitas caras conhecidas que se juntam para festejar este dia especial.

“Porque a segurança dos nossos visitantes nos é de extrema importância, seguiremos as orientações da Direção-Geral de Saúde e respeitaremos as normas de saúde pública e de higiene, para que esteja em segurança”, faz notar o Museu em nota de imprensa.

Em jeito de balanço, refere-se que “foram cinco anos intensos, de muito trabalho e muitas dificuldades mas também de muitos projetos concretizados, sempre com o apoio de muitas entidades e parceiros que se juntaram a nós nesta viagem”.

No dia 18 maio celebra-se igualmente o Dia Internacional dos Museus, iniciativa promovida pelo ICOM – International Council of Museums e, em Portugal, pela Direção-Geral do Património Cultural, este ano sob o tema “Museus para a Igualdade: Diversidade e Inclusão”, tendo como objetivo celebrar a diversidade de perspetivas que compõem as comunidades e o pessoal dos museus.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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