Momento da assinatura do protocolo (Foto: DR)

O Município do Entroncamento e o IPL – Instituto Politécnico de Lisboa assinaram, no dia 21, um protocolo de colaboração, numa cerimónia que contou com a presença do Presidente da Câmara, Jorge Faria, e o Presidente do IPL, Elmano Margato, além de vários elementos do executivo municipal e da presidência daquele estabelecimento de ensino superior.

O protocolo estabelece “os princípios de cooperação entre as duas instituições de forma a que ambas possam beneficiar de colaboração nos domínios que se considerem relevantes”, refere a Autarquia.

Essa cooperação passa por ações nas vertentes do ensino, formação, investigação e prestação de serviços; ações de colaboração dos docentes que exerçam funções no IPL; acesso a bibliotecas e outros espaços e redes de informação de ambas as instituições; estágios científicos e técnicos; ações no âmbito da programação cultural de ambas as instituições.

O Presidente da Câmara Municipal, Jorge Faria “agradeceu a disponibilidade do IP de Lisboa em assinar este protocolo com a CME e tendo presente, que se trata de uma das mais importantes instituições do Ensino Superior do nosso país, nos coloca um importante desafio na sua concretização, que estou certo irá criar dinâmicas de colaboração, quer no domínio do ensino, formação e investigação quer ao nível do intercâmbio cultural”.

Referiu ainda que “a assinatura deste protocolo em que o IPL se encontra representado pelo seu Presidente, Prof. Doutor Elmano Margato, um nosso ilustre conterrâneo, com um percurso pessoal e profissional ímpar e de grande sucesso, constitui um motivo acrescido de satisfação.”

O Presidente do Instituto Politécnico de Lisboa realçou “a total disponibilidade para colaborar com o Município do Entroncamento por forma a contribuir para a sustentação do trabalho que vem sendo realizado, para o desenvolvimento sociocultural e melhoria da qualidade de vida dos cidadãos da nossa cidade”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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