Os bombeiros foram chamados às 17h20 e tiveram de desencarcerar três passageiros. Créditos: DR

Uma colisão violenta entre duas viaturas de passageiros, num cruzamento da Rua da Barroca com a Rua da Maruja, na cidade do Entroncamento, causou esta tarde a morte de uma menina de 4 anos e ferimentos graves na sua mãe, de 47 anos, e no seu irmão mais velho, de 13 anos, ambos transferidos de emergência para o Hospital de Abrantes.

As vítimas tiveram de ser desencarceradas pelos Bombeiros Voluntários do Entroncamento, que acorreram de imediato ao local, às 17h20, e tiveram depois o apoio dos Bombeiros de Vila Nova da Barquinha, da VMER do Médio Tejo e da CIV de Torres Novas, bem como da PSP.

O comandante dos Bombeiros do Entroncamento, Rodrigo Bertelo, confirmou ao mediotejo.net que quando a primeira equipa chegou ao local encontrou a criança “em situação de paragem cardiorespiratória”, tendo sido tentada a reanimação no local. Foi transportada para o Hospital de Torres Novas, onde viria a ser declarado o seu falecimento.

As causas da colisão serão agora apuradas pela unidade de investigação de acidentes de viação (CIAV) da PSP. Naquela zona têm ocorrido alguns acidentes, apurou o nosso jornal, mas não com esta gravidade. É uma rua larga e que, referem os moradores, é propícia a algum excesso de velocidade – é um dos locais onde se denunciam corridas ilegais, durante a madrugada. Apesar de as artérias secundárias terem sinais de Stop, por vezes há colisões na intercessão com a Rua da Maruja e a Rua Dr. Costa Machado, confirmou o comandante Rodrigo Bertelo ao nosso jornal.

Mãe e filho permanecem internados no Hospital de Abrantes, tendo o comandante dos Bombeiros do Entroncamento confirmado que o adolescente deu entrada no bloco operatório esta noite, não havendo ainda mais informação sobre a situação clínica de ambos. Na outra viatura envolvida no acidente não se registaram feridos.

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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6 Comments

  1. Causas do acidente desconhecidas? Acho estranho pois quem esteve no local do acidente percebeu perfeitamente que se tratava de um indivíduo de etnia que segundo quem o conhece é frequente fazer das ruas do Entroncamento pistas de F1.

  2. Estes têm sempre escape…causa desconhecida?? Foi à vista de toda a gente, e o gajo escapou impune. Muita coragem e força a esta familia, tudo o que se diga é claramente inimaginavel…..

  3. Haja vergonha, todos sabem quem foi e curioso é só ter acontecido uma vez! Ciganos continuam a fazer o que querem e a violar leis em frente à policia sem que nada seja feito. Um autentico fenómeno para ser explicado, se a policia alguma vez decidir fazer o seu trabalho nesta terra.

    1. Subescrevo a 100% tudo o que diz. Sou morador nesta rua há cerca de 30 anos. Tenho vista previlegiada sobre quase a totalidade deste ” TROÇO do AUTÓDROMO” e já faz parte do meu quotidiano assistir a corridas, peões, acelerações e outras demonstrações de BESTIALIDADES destas criaturas. Não é de estranhar que , como esta, outras tragédias não tenham acontecido já… De estranhar é NÃO HAVER UMA ÚNICA LOMBA para refrear a velocidade com que estas BESTAS circulam nesta via !!!!! A cidade do Entroncamento chegou ao ponto de ZONA de CATÁSTROFE, É VERGONHOSO!!!!!!!!!!!!!!!! Chamem a polícia.

  4. Boa noite o que à dizer ,devia de hiver radars de contrôle de volecidade nestas grandes avenidas ?assin os condetores ,farian mais cuidado ,en circulation e volecidade lemitada por e tudo cristas

    1. Radares de velocidade como os que começam a ser cada vez mais populares nas grandes cidades são particularmente úteis para municípios facturarem, que propriamente impedir acidentes.

      Pelos comentários de outros leitores, o problema parece ser algo que dificilmente um radar irá resolver.

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