Maria. Foto: DR

A pequena Maria, a menina com cerca de um ano de idade a quem foi diagnosticada leucemia mielomonocitica juvenil (LMMJ) no final de 2016 encontrou um dador de medula óssea compatível. O anúncio foi feito pelos pais da criança, Rita Mota e Miguel Rosa, esta quinta-feira, dia 4, depois de meses de apelos que tiveram eco nacional.

A leucemia mielomonocitica juvenil (LMMJ) é um tipo raro da doença que representa 2% a 3% das leucemias na idade pediátrica e o transplante de medula óssea é a única cura possível. Os pais tomaram conhecimento da possibilidade de Maria ter leucemia no final do passado mês de novembro, tendo o exame de medula realizado no Instituto Português de Oncologia (IPO) despistado o tipo mais comum da doença e a menina passou a ser seguida no Hospital D. Estefânia, em Lisboa.

As análises realizadas posteriormente levantaram a hipótese de Maria ter um tipo de leucemia rara ao nível dos monócitos, diagnóstico confirmado em dezembro pelos resultados do novo exame de medula (mielograma), assim como a incompatibilidade dos pais.

Os apelos para encontrar um dador compatível repetiram-se nos meios de comunicação social, na página do facebook “Salvar a Vida da Maria” e nas redes sociais. A comunidade – da local à nacional – aderiu às iniciativas realizadas para colheita de medula óssea e, poucos meses depois, a história conheceu um final feliz.


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Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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