Câmara do Entroncamento revogou decisão de construção de 6 blocos de habitação social e 15 moradias. Foto: DR

O município do Entroncamento assinou esta semana o auto de consignação para a construção de oito blocos de habitação a custos controlados, num total de 64 fogos, com vista a reforçar a oferta de habitação acessível na cidade, informou a autarquia.

A empreitada, com prazo de execução de 600 dias, entre a Rua Coronel Joaquim Estrela Teriaga e a Rua das Gouveias, representa um investimento de cerca de 9 milhões de euros, financiado a 100% pelo IHRU – Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), segundo uma nota do município.

O loteamento, integrado na 1.ª fase da Estratégia Local de Habitação (ELH) do Entroncamento, no qual serão construídos 64 apartamentos de tipologias T2 e T3, repartidos pelos oito blocos de habitação a custos controlados, prevê ainda infraestruturas de apoio às habitações, novos arruamentos, estacionamento e espaços verdes de utilização coletiva.

O presidente da câmara, Jorge Faria (PS), citado na nota, referiu que “o Governo criou ferramentas e instrumentos que permitem concretizar respostas habitacionais no território e o Entroncamento aproveitou para executar de forma a melhorar a vida das pessoas”.

Investimento de cerca de 9 milhões de euros vai criar 64 habitações a custos controlados em oito blocos habitacionais. Foto: DR

“A ELH do Entroncamento pretende aumentar a oferta habitacional para arrendamento para agregados mais vulneráveis com carência de habitação. Mas vamos também colocar no mercado de arrendamento habitações para famílias de classe média e também para os jovens”, acrescentou Jorge Faria.

Entroncamento investe em 64 fogos de habitação a custos controlados na cidade. Foto: CME

Segundo a nota camarária, o município do Entroncamento “continua empenhado em desenvolver estratégias e mecanismos, nomeadamente recorrendo a medidas de apoio, que permitam desenvolver a bolsa de imóveis disponíveis no concelho”.

O objetivo visa “colmatar as dificuldades das famílias, nomeadamente dos jovens, que face aos preços praticados atualmente no mercado imobiliário do concelho têm dificuldade em adquirir habitação própria”, concluiu.

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Agência de Notícias de Portugal

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