Imagem: CME

“Emergência do Museu Nacional Ferroviário como projeto de âmbito nacional” é mais recente obra do historiador António Pinto Pires que vai ser apresentada a 30 de outubro no Centro Cultural do Entroncamento, abordando ainda o legado do caminho-de-ferro.

Da cultura à defesa do património, em publicações nacionais e internacionais, são diversos os artigos que o licenciado em história contemporânea, professor e pós-graduado na área da defesa do património tem redigido e deixado registado para as gerações.

Desta vez, António Pinto Pires, que foi ainda o primeiro presidente da Comissão Executiva Instaladora do Museu Nacional Ferroviário no Entroncamento, lança a obra “Emergência do Museu Nacional Ferroviário como projeto de âmbito Nacional”.

Do legado do caminho-de-ferro à implementação museológica, a obra incide sobre o maior museu da história da ferrovia nacional, o Museu Nacional Ferroviário. “Os museus, esses panteões das musas, nunca são demais e cabem perfeitamente no significado do termo, porque equivalem a preservar ou a sensibilizar para a guarda da memória”, escreve o autor sobre o património museológico.

A apresentação do livro vai acontecer no dia 30 de outubro (sábado) pelas 16h00 no Centro Cultural do Entroncamento, num evento de entrada gratuita e destinado ao público em geral.

Abrantina com uma costela maçaense, rumou a Lisboa para se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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