Imagem: Divulgação CME

Concebido para celebrar o 100.º aniversário de Amália Rodrigues, este espetáculo que tem feito muito sucesso por todo o país subirá ao palco do Cineteatro São João na noite deste sábado, 12 de fevereiro. Os bilhetes para o evento têm um custo de 10,00€.

Ao longo de quase duas horas, em dueto e a solo, os fadistas Cátia Garcia e Jorge Baptista da Silva (presenças assíduas nas casas de fado de Lisboa) vão homenagear e recordar a vida e obra de Amália Rodrigues.

Num tributo à diva do fado, o espetáculo musical “Amália, Fado e Saudade” vai percorrer temas tradicionais como “Povo que lavas no Rio”, “Há festa na Mouraria” ou “Foi Deus”, e também canções internacionais como a “Tarantela”.

Este musical conta com “um guarda-roupa de luxo” e projeções de vídeo a acompanhar a atuação dos fadistas, de modo a “salvaguardar a essência de Portugal e do fado”, refere a autarquia em comunicado.

Num espetáculo (para maiores de 6 anos) que conta com o apoio da Fundação Amália Rodrigues, os bilhetes têm um custo de 10,00€ e podem ser adquiridos no Posto de Turismo, Piscinas Municipais, Serviço de Águas da Câmara Municipal, em www.bol.pt e na bilheteira do Cineteatro São João no dia do espetáculo, uma hora antes (caso não esgotem anteriormente).

Oficina “Amália para os mais novos” a partir das 16h30

Também este sábado, dia 12 de fevereiro, pela tarde, a sala multiusos do Cineteatro São João recebe uma oficina dirigida a crianças dos 6 aos 10 anos onde se vai brincar ao faz de conta, sempre em redor da temática do fado e de Amália.

Numa iniciativa que pretende ligar o público infantil ao adulto, a oficina “Amália para os mais novos” vai incidir sobre palavras cantadas, música e objetos que falam da rainha do fado pelo mundo.

Os participantes são ainda desafiados a trazer um objeto de casa alusivo a esta temática. As entradas para esta atividade são livres mas com lotação limitada, devendo as inscrições ser feitas para o email cultura@cm-entroncamento.pt ou pelo telefone 249 720 400.

Ana Rita Cristóvão

Abrantina com uma costela maçaense, rumou a Lisboa para se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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