Município do Entroncamento e Fundação Museu Nacional Ferroviário assinam Contrato de Subconcessão do Bairro do Boneco. Foto: CME

A assinatura do contrato de subconcessão de uso privativo do Bairro do Boneco, entre o município do Entroncamento e a Fundação Museu Nacional Ferroviário Armando Ginestal Machado, vai ter lugar no sábado, 17 de maio, às 11h00, na Sala de Leitura do Bairro do Boneco, no Entroncamento. O histórico Bairro do Boneco foi reabilitado e devolvido à comunidade em 2024, com a sub-concessão a visar ali a instalação do Centro Nacional de Documentação Ferroviária e outro acervo documental.

A IP Património e o município do Entroncamento assinaram anteriormente um contrato de subconcessão de uso privativo do conjunto dos dois edificados do Bairro do Boneco, no qual foi transferido para o município o direito de utilizar este espaço exclusivamente em prol da preservação das memórias coletivas da ferrovia e do concelho do Entroncamento.

Neste âmbito, e de forma a cumprir o estabelecido, assina-se agora o contrato de subconcessão com a Fundação Museu Nacional Ferroviário, cujo objeto se destina à instalação do Centro Nacional de Documentação Ferroviária e outro acervo documental, assim como, de novos espaços museológicos e de ciência ligados à ferrovia e associados ao Museu.

A subconcessão terá a duração até 12 de agosto de 2072, conforme contrato inicial entre o município e a IP Património, podendo ser renovada por períodos sucessivos de 15 anos, até ao limite de 2 renovações.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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