Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Entroncamento. Foto: mediotejo.net

O executivo da Câmara Municipal do Entroncamento aprovou por unanimidade esta segunda-feira, dia 19, a minuta do protocolo que permite a constituição de uma equipa de intervenção permanente da Proteção Civil na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Entroncamento (AHBVE) a partir do final deste ano.

Durante a reunião o presidente da Câmara Municipal do Entroncamento esclareceu os vereadores de que a equipa será constituída por cinco elementos e funcionará nas instalações da AHBVE, ficando à responsabilidade desta. A informação foi confirmada, mais tarde, ao mediotejo.net, tendo Jorge Faria esclarecido que o processo resulta de uma candidatura feita em 2016.

A Câmara Municipal e a AHBVE receberam, entretanto, uma solicitação para que confirmassem o interesse em criar a equipa até ao passado dia 20 e ambas responderam afirmativamente. Segundo o autarca, os processos de recrutamento, com base nas orientações da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), já tiveram início e a nova equipa será uma realidade “até ao final do ano”.

Reunião do executivo municipal do Entroncamento da passada segunda-feira. Foto: mediotejo.net

A AHBVE será responsável pela gestão diária dos cinco elementos durante os três anos em que está previsto o seu funcionamento, o qual pode ser prolongado, e o financiamento é dividido de forma equitativa pela autarquia e a ANPC. O presidente encara com satisfação a concretização do processo que, nas suas palavras, melhora “a capacidade de resposta para acorrer a situações inesperadas”.

O mesmo, acrescenta, “vai dar um contributo válido para benefício das populações” não só pela capacidade de resposta imediata, mas também através do trabalho conjunto com o município em ações de prevenção e de divulgação, nomeadamente junto das escolas e outras instituições da cidade com o objetivo de sensibilizar para práticas que minimizem o risco de acidentes.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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