Entrega simbólica dos livros de fichas. Foto: CM Entroncamento

Já foram entregues nos estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento, os livros de fichas, aos alunos do 1º ciclo de escolaridade. A oferta dos livros de fichas abrangeu os 612 alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico, do Agrupamento de Escolas da Cidade do Entroncamento, contemplando as disciplinas de Língua Portuguesa, Estudo do Meio, Matemática e também Inglês, no caso dos 3º e 4º anos.

O Presidente da Câmara Municipal, Jorge Faria acompanhado da Vereadora da Educação, Tília Nunes, entregaram simbolicamente, os livros de fichas, em algumas turmas da Escola Básica da Zona Verde e da Escola Básica António Gedeão. Na Escola Básica do Bonito a entrega foi feita pela Vice-presidente, Ilda Joaquim e pelo Vereador Carlos Amaro.

No final destas visitas aos estabelecimentos de ensino, o Presidente da Câmara e a Vereadora deslocaram-se à sede do Agrupamento, onde reuniram com a direção.

Jorge Faria reiterou a disponibilidade do Município para continuar a auxiliar o agrupamento de escolas no desenvolvimento da sua atividade em prol das crianças e jovens e na resolução de problemas, em particular, aqueles que possam surgir dado o atual cenário de pandemia. Desejou a todos os professores e pessoal não docente um excelente ano letivo.

Aos alunos abrangidos pelos escalões A e B de apoio social, serão oferecidos ainda esta semana, pelo Município, kits de material escolar.

A oferta dos livros de fichas aos alunos do 1º ciclo pelo Município complementa a oferta dos manuais escolares pelo Ministério da Educação e visa fomentar o sucesso escolar dos alunos e, simultaneamente, apoiar as famílias nas despesas de educação dos seus educandos. Na perspetiva do município, esta medida constitui ainda um apoio ao comércio local, uma vez que os manuais foram adquiridos em estabelecimentos comerciais do concelho.

Entrega simbólica dos livros de fichas. Foto: CM Entroncamento

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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