Na passada sexta-feira, 30 de outubro, um aluno da EB 1 do Bonito, no concelho do Entroncamento, foi apanhado na posse de uma réplica de arma de fogo. Em reunião do executivo municipal, o presidente de Câmara esclareceu a situação, reiterando que situações como esta são “pouquíssimas” dentro da comunidade escolar.
O assunto foi trazido a reunião do executivo municipal pelo presidente da Câmara Municipal do Entroncamento, Jorge Faria (PS), que deu conhecimento aos vereadores de “uma situação que não deveria acontecer mas que não deixa de ser uma situação de cachopada”.
Tratou-se de uma situação ocorrida na Escola Básica do Bonito, em que um aluno “tinha na sua posse uma réplica de arma de fogo (…) e andou a perseguir outros colegas naquilo que seria uma brincadeira de mau gosto”.
Posteriormente confirmado à direção da escola pelo comissário da PSP que o objeto se tratava de uma réplica de arma de fogo, foram tomadas “as diligências e os procedimentos adequados”, elucidou o autarca, que disse ainda que a PSP tomou conta da ocorrência.
No seguimento desta situação, houve ainda “um pai que terá ameaçado a comunidade”, acrescentou o presidente do Município no esclarecimento dado aos vereadores, ameaça essa que foi também reportada à PSP.
O autarca anunciou que, posteriormente à situação, a mãe do respetivo aluno já se dirigiu ao Agrupamento no sentido de apresentar desculpas pelo sucedido.
Jorge Faria sublinhou em reunião de Câmara que situações destas “não são situações que aconteçam de forma reiterada. Felizmente, nós temos pouquíssimas situações destas na nossa comunidade escolar, de tal maneira que a escola secundária foi distinguida no Dia Mundial do Combate ao Bullying com a atribuição do selo ‘Escola Sem Violência’ “ (recorde esse momento aqui).
O autarca defende que nesta situação que ocorreu na Escola do Bonito “estar a querer transmitir uma ideia que não corresponde à realidade, denegrindo pura e simplesmente o nosso agrupamento escolar, a nossa comunidade escolar e, no limite, a nossa cidade, é uma situação lamentável”.
“Somos uma comunidade segura, que continua a atrair pessoas de todos os quadrantes, quer portugueses quer migrantes, e temos essa capacidade de receber e integrar todas as pessoas que venham trabalhar e viver para a nossa cidade”, concluiu.
