Encontro nacional junta no Entroncamento o melhor do modelismo ferroviário. Foto: MNF

O festival ‘Mínimo’, o maior encontro nacional de modelismo ferroviário, está a decorrer até este domingo, entre as 10h30 e as 17h30, no Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento. De entrada gratuita, o encontro decorre nas instalações do museu, oferecendo uma “experiência única e emocionante” para os apaixonados pelo mundo ferroviário e do modelismo.

A iniciativa é organizada pelo Museu Nacional Ferroviário e pela Fermodel (Grupo de Amigos Entusiastas do Modelismo Ferroviário), e decorre desde sábado e até este domingo. De acordo com a organização, o ‘Mínimo’ é “mais do que uma simples exposição de modelos ferroviários, é uma celebração da arte, engenharia e história do transporte ferroviário em miniatura”.

Os visitantes terão a oportunidade de explorar uma grande diversidade de maquetas meticulosamente construídas, representando estações, apeadeiros, cidades, paisagens reais ou fruto do imaginário dos próprios modelistas.

“Na terceira edição deste evento contamos com a participação de modelistas portugueses, espanhóis e franceses”, acrescenta a organização.

Para além da exposições de modelos ferroviários e de cenários autênticos, o evento conta ainda com demonstrações interativas, onde os visitantes terão a oportunidade de aprender sobre técnicas de modelismo ferroviário e interagir com os expositores.

Para os mais novos existirão zonas especialmente dedicadas, com atividades educativas, jogos de tabuleiro, simulador de condução de condução ferroviária e minicomboio em funcionamento.

O Mínimo decorre no Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento. No sábado, dia 1 de junho, esteve de portas abertas entre as 10h30 e as 19h30, e este domingo, dia 2 de junho, entre as 10h30 e as 17h30. O evento é gratuito para todos os visitante. Para saber mais consulte https://minimodelismo.pt/

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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