Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes. Foto: CM Sertã

O livro “Seja um super-humano! 50 hábitos que vão mudar a sua vida para sempre” de Manuel Pinto Coelho é o mote para o encontro com este médico, que irá decorrer na Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes, na Sertã, esta sexta-feira, dia 27 de maio, às 17h00.

O encontro incidirá na temática do livro, concretamente em “hábitos simples e diários que vão permitir viver melhor e com mais saúde”, consistindo numa partilha que permitirá colocar em prática no quotidiano hábitos acessíveis a todos que farão a diferença para melhor, ajudando a conquistar a saúde plena.

Lançado neste mês, o livro assinala os 50 anos de prática clínica do Doutor Manuel Pinto Coelho. Nascido em Lisboa em 26 de julho de 1948, é licenciado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e doutorado em Ciências da Educação pela Universidade de Trás-os‑Montes e Alto Douro. Tem uma pós-graduação em Medicina Anti-Envelhecimento pela Universidade Autónoma de Barcelona. É membro Great Distinction da WOSAAM – World Society of Anti-Aging Medicine (desde 2016) e da A4M – American Academy of Anti-Aging Medicine (desde 2015). Fundou, em 2015, a Clínica Doutor Pinto Coelho, galardoada com o prémio International Award in Excelence and Quality (IAEQ).
É autor de vários livros, entre os quais o bestseller “Chegar Novo a Velho”, “+Vida +Saúde +Tempo” e “O Segredo do Sistema Imunitário”.

O encontro inclui venda de livros e sessão de autógrafos.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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