O Encontro Castelo do Bode 2030 – Turismo, Náutica e Desenvolvimento Territorial reuniu, na quinta-feira, 7 de maio, na Biblioteca Municipal de Vila de Rei, os parceiros da Estação Náutica Castelo do Bode para um momento de reflexão, partilha e cooperação em torno do futuro da albufeira e do território envolvente.
A iniciativa juntou representantes de entidades públicas, parceiros turísticos e agentes locais ligados ao setor, com o objetivo de discutir estratégias de valorização sustentável da região, reforçando o papel do Castelo do Bode enquanto destino de excelência para o turismo náutico, natureza e lazer.
O programa integrou uma reunião de parceiros e uma mesa redonda dedicada às questões da atividade turística, sustentabilidade e valorização do potencial náutico da albufeira, promovendo o debate entre diferentes entidades envolvidas no desenvolvimento do território.

Segundo a organização, o encontro permitiu consolidar estratégias conjuntas para o desenvolvimento sustentável da região e fortalecer a cooperação entre os parceiros da Estação Náutica Castelo do Bode.
A iniciativa incluiu ainda momentos de networking e conhecimento do território, através de um almoço convívio e de uma visita guiada, reforçando o espírito de colaboração entre os participantes.




“O encontro proporcionou ainda momentos de networking e conhecimento do território, através de um almoço convívio e de uma visita guiada, reforçando o espírito de cooperação entre os diferentes parceiros da Estação Náutica”, sublinha a nota divulgada.
“A sessão permitiu consolidar estratégias conjuntas para o desenvolvimento sustentável da região, reforçando o papel do Castelo do Bode enquanto destino de excelência para o turismo náutico, natureza e lazer”, acrescenta.
A albufeira de Castelo de Bode constitui um dos principais polos turísticos do Médio Tejo, sobretudo durante os meses de verão, concentrando atividades náuticas, alojamento turístico e eventos ligados ao lazer e natureza.

A Barragem de Castelo de Bode, inaugurada em 1951 no rio Zêzere, entre os concelhos de Tomar e Abrantes, criou uma albufeira com cerca de 60 quilómetros de extensão, considerada uma das maiores reservas estratégicas de água doce do país.
Além da produção hidroelétrica, a albufeira abastece atualmente cerca de três milhões de pessoas, sobretudo na Grande Lisboa e em dezenas de concelhos das regiões do Ribatejo e Estremadura, através do sistema da EPAL.
A albufeira estende-se pelos concelhos de Tomar, Abrantes, Ferreira do Zêzere, Vila de Rei, Sertã, Sardoal e Figueiró dos Vinhos.
