Empresa MomSteelpor prepara nova fase de expansão em Abrantes. Créditos: CMA

A empresa Momsteelpor SA, especializada na conceção e fabrico de estruturas metálicas, está instalada no Parque Industrial de Abrantes desde 2001 e acaba de ver aprovada uma candidatura à aquisição de novo lote no parque industrial, na zona norte, tendo por objetivo aumentar a sua capacidade de produção.

O município de Abrantes, na reunião de executivo de 6 de agosto, aprovou a candidatura à aquisição de mais um lote no Parque Industrial, com uma área com área total de 20.202,00m2, no valor total de 30.303,00€ (1,5€/m2), de acordo com o regulamento municipal em vigor.

A candidatura para alienação de novo terreno “surge no seguimento da sua estratégia de continuidade de expansão faseada que tem vindo a efetuar”, indica o município, em nota de imprensa. De acordo com o indicado pela empresa, cita a autarquia de Abrantes, “esta expansão inclui a integração de tecnologias da Indústria 4.0, visando melhorar a automação, precisão e eficiência dos processos de produção.

O município indica ainda que se encontra prevista a implementação de ”(…) medidas ambientais e de sustentabilidade, alinhando-se aos objetivos nacionais de redução de emissões de gases de efeito estufa. Isso inclui a incorporação de tecnologias ecológicas e o aumento da eficiência energética em toda a cadeia de produção.”

O projeto prevê ainda “(…) a plantação de mais 500 árvores na periferia dos terrenos.”, pode ler-se na mesma nota.

Com três grandes áreas de negócio – Gestão de Projetos, Produção Metalomecânica e Construções Metálicas – , a MOMSTEELPOR tem sede em Abrantes e uma rede com mais de uma dezena de agentes presentes em três continentes.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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