Foto arquivo: CMT

O Cineteatro Paraíso acolheu o encontro anual “Em Tomar a Aprender”, evento que se estendeu por dois dias e que marcou o início do ano letivo, com as boas-vindas a um grupo diversificado de profissionais ligados à área da educação, como professores, educadores e os trabalhadores não docentes das escolas do concelho de Tomar.

Iniciativa do Município de Tomar e do Centro de Formação de Professores “Os Templários”, em parceria com os Agrupamentos de Escolas Nuno de Santa Maria e Templários, com a Escola Profissional de Tomar e ainda com a Escola João de Deus, o cineteatro acolheu cerca de 400 professores e educadores do pré-escolar e ensino básico, secundário e artístico, recebidos por Hugo Cristóvão, presidente da Câmara Municipal, e pelos dirigentes das respetivas instituições.

A sessão teve início com uma demonstração artística do Ginásio Clube de Tomar, uma das diversas coletividades do concelho. Esta ocasião foi ainda palco para a realização de uma homenagem aos professores aposentados em 2023/2024 e também uma homenagem especial à professora Agripina Vieira, diretora do Centro de Formação “Os Templários” até 2023/2024.

Seguiu-se a intervenção de Joana Simões Piedade com a palestra “Migrações e interculturalidades em contexto escolar”, um tema da atualidade e um dos mais relevantes fenómenos sociais contemporâneos, devido ao impacto que a mobilidade humana tem nas sociedades, e mais concretamente no meio escolar.

A sessão contou com a presença de Eduardo Madeira, a fechar com um espetáculo de humor, que incluiu apontamentos musicais e abriu o apetite para o almoço-convívio, que decorreu na Escola Secundária Jácome Ratton. O ano letivo 2024- 2025 inicia a 13 de setembro.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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