00h40 – Depois de horas que pareciam intermináveis a aguardar os resultados oficiais finais no site do Ministério da Administração Interna, a coligação PSD/CDS-PP pode finalmente celebrar a vitória em Tomar. Tiago Carrão é o novo presidente da Câmara, eleito com 39,24% dos votos, pouco mais de 2% sobre o PS (36,40%), que assim perdeu a gestão do município. Ambos os partidos elegem três vereadores cada, e o Chega terá um vereador, tendo obtido 13,11% dos votos.


22h55 – Bruno Gomes, do PS, é reeleito em Ferreira do Zêzere, com 54,91% dos votos, e terá três vereadores. O PSD obteve 30,36% dos votos, elegendo dois vereadores.

22h40 – PS vence em Vila Nova da Barquinha e elege Manuel Mourato para a presidência da Câmara, com 43,55% dos votos, e o Chega conquista o segundo lugar (e dois vereadores), com 31,78%. O PSD terá um vereador, com 16,16% dos votos.


22h20 – Chega vence as eleições no Entroncamento com 37,34% e elege Nelson Cunha para a presidência da Câmara, e três vereadores. O PSD/CDS-PP elege dois vereadores, com 30,55% dos votos e o PS, que perde esta câmara, fica também com dois vereadores, mas em terceiro lugar, tendo obtido 22,14% dos votos. É a primeira Câmara Municipal que o Chega vence em Portugal continental.


22h15 – PS vence em Torres Novas numa eleição muito disputada com o PSD, elegendo José Trincão Marques por uma margem de apenas 83 votos. O PS obteve 34,64% dos votos e o PSD 34,18%. As duas forças políticas ficam assim com três vereadores cada uma, e o Chega elege um vereador, com 13,49% dos votos – podendo vir a ser o “fiel da balança” neste executivo municipal. O Movimento Pela Nossa Terra perde o vereador eleito há quatro anos, ficando em 5º lugar (4,69%), atrás da CDU (4,75%), e o Bloco de Esquerda ficou em último lugar, com 4,62% dos votos.

22h10 – Luís Miguel Albuquerque renova mandato em Ourém com maioria absoluta para a coligação PSD/CDS-PP, obtendo 66,63% dos votos. O Chega conquista o segundo lugar, e elege um vereador, com 15,51% dos votos. O PS ficou relegado para a terceira posição, com 11,83% dos votos, elegendo um vereador.


22h00 – Rui Anastácio é reeleito em Alcanena, com 53,37% dos votos para a coligação PSD/CDS-PP. O PS obteve 32,21% dos votos, elegendo três vereadores.

21h50 – Carlos Miranda renova mandato para PS na Sertã, obtendo 48,20% dos votos. Terá quatro vereadores, enquanto o PSD/CDS-PP terá dois vereadores (27,38%) e o Chega estreia-se no executivo, com um vereador (21,23%).

21h45 – PS vence em Mação, com 51,01% dos votos. José Fernando Martins será o próximo presidente da Câmara. É a primeira vez que o PSD perde as eleições no concelho, desde 1976, tendo obtido 34,09% dos votos.

21h40 – PS vence em Abrantes com 47,82%, reelegendo Manuel Valamatos. A AD obteve 29,95% dos votos e o Chega conquistou o terceiro lugar (e um vereador), com 13,94% dos votos. O movimento ALTERNATIVAcom perdeu o seu vereador, tendo obtido apenas 3,70% dos votos.


21h35 – PS vence em Constância com 58,38% dos votos. Sérgio Oliveira foi assim eleito para um terceiro mandato. A CDU elegeu um vereador, bem como o Chega.


21h00 – PSD vence em Sardoal com 47,78%. Pedro Rosa será o próximo presidente da autarquia, tendo conseguido obter mais 107 votos do que a candidatura do PS, liderada por Pedro Duque.


20h33 – PSD vence em Vila de Rei com 69, 3% dos votos e maioria absoluta. O PS obteve 13.1%, o Chega 10,8%, e a CDU 3.2 %.


Paulo César Luís foi o primeiro presidente de câmara a ser oficialmente eleito a nível nacional. Assume o primeiro mandato à frente do município de Vila de Rei com uma maioria absoluta em que conquistou este domingo, não só as três freguesias do concelho, como faz o pleno com os cinco eleitos no executivo, à custa do PS, que perde o único vereador que havia conquistado em 2021.
19h05 – Projeções das televisões indicam que a taxa de abstenção se situa entre os 43% e os 48,3% – ou seja, haverá a hipótese de ser batido o recorde de 47,4% atingido em 2013. Há quatro anos registou-se uma taxa de 46,35%, a segunda mais alta percentagem. A taxa de abstenção em eleições autárquicas tem estado acima dos 40% desde 2009.
Com 9,3 milhões de eleitores inscritos para estas eleições, cada cidadão recebeu hoje três boletins de voto: um para eleger o executivo de uma das 308 câmaras municipais, outro para as 308 assembleias municipais e um terceiro para a eleição das 3 221 assembleias de freguesia. Houve ainda outras 37 freguesias que escolheram os seus autarcas num plenário de cidadãos, por terem menos de 150 eleitores.
No total, há 1.584 listas de partidos, coligações e grupos de cidadãos são candidatas às câmaras municipais, 1.519 às assembleias municipais e 9.764 listas a assembleias de freguesia.
19h00 – Estão encerradas as urnas em Portugal continental e na região autónoma da Madeira. A divulgação de resultados inicia-se a partir das 20h00.
Nos 11 municípios do Médio Tejo, há 53 candidaturas às eleições autárquicas deste domingo. PS, PSD (sozinho ou em coligação), CDU e Chega são os únicos partidos que concorrem a todos os concelhos. Há quatro listas independentes na corrida, a par de duas do Livre e do BE, e uma do Volt.
Num ano em que cinco dos 11 presidentes de Câmara do Médio Tejo estiveram impedidos de se recandidatar devido à limitação de mandatos – Entroncamento (PS), Mação (PSD), Sardoal (PSD), Torres Novas (PS), e Vila Nova da Barquinha (PS) – os resultados destas eleições podem ditar mudanças na governação municipal e influir na gestão executiva da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, atualmente com maioria PS.
Nas eleições de há quatro anos, o mapa político ficou assim definido:

Hoje estaremos a acompanhar a contagem de votos até que se definam as cores com que se vai pintar cada freguesia e cada munícipio da região, e conhecer quem serão os homens e mulheres na gestão do poder local até 2029. Acompanhe o liveblog no site do jornal e os alertas que iremos publicando nas redes sociais.
