Gervis Myles Blues Band atua em Torres Novas no dia 6 de junho. Foto: DR

Teatro, música, dança contemporânea, comédia e novo circo dominam a agenda do Virgínia, em Torres Novas, para o segundo trimestre do ano, com nomes em cartaz até final de junho como Gervis Myles Blues Band, Thorsten Grütjen, e Jel entre outros.

A programação de junho no Virgínia inicia no sábado, dia 6, com o concerto da Gervis Myles Blues Band. Liderada pelo cantor, guitarrista e compositor norte-americano Gervis Myles, a banda apresenta o blues na sua forma mais emotiva, cruzando-o com géneros como Gospel, Soul, Jazz, R&B, Country e Pop.

O espetáculo reflete a filosofia de Gervis Myles de levar alegria e elevação do espírito através da música.

Aos 37 anos, Gervis Myles começou no gospel e encontrou no blues a sua verdadeira voz. Influenciado por jam sessions e viagens ao Mississippi, onde conheceu lendas do género e recebeu conselhos de B.B. King, Gervis apresenta concertos intensos, com groove, emoção e forte ligação ao público.

Gervis Myles Blues Band, atua me Torres Novas a 6 de junho. Foto: DR

Com duração de 60 minutos e classificação M/6, os bilhetes têm o valor de 8,50€ (descontos aplicáveis).

Já no dia 12 de junho, uma sexua-feira, o comediante JEL celebra 30 anos de carreira no Virgínia com o espetáculo “Quem te viu, quem te vê”.

No dia 20, o concerto EJIT’2026 reúne jovens músicos da região numa celebração sinfónica, ao passo que, no dia 27, o Almonda Parque recebe o novo circo de Thorsten Grütjen, com o espetáculo “Pharol 54”.

Tio Jel leva noite de humor ao dia 12 de maio a Torres Novas. Foto: DR

A programação inclui ainda diversas apresentações “fora de portas”.

O espetáculo “Another Day in Paradise!”, da Associação Porta 37, foi apresentado no Teatro Maria Noémia (Meia Via) a 19 de abril, e no dia 30 a Banda Operária Torrejana recebeu o projeto jazz de André Murraças.

A vertente formativa e local ganhou relevo nos dias 23 e 24 de abril com o Grupo de Teatro Juvenil do Virgínia, que apresenta “Insegura – Uma Tragédia de Enganos”, e a 30 de maio com o Atelier Teatral dos Miúdos. A temporada encerra a 18 de julho, na Praça 5 de Outubro, com um concerto dos Neon Soho.

As sessões semanais de cinema mantêm-se às terças-feiras, às 21:30.

Bloom, Jel e Gervis Myles Blues Band na rota do Teatro Virgínia. Foto: DR

A nova programação do Teatro Virgínia, em Torres Novas, arrancou nos dias 9, 10 e 11 de abril com o regresso de João Baião, que apresentou o espetáculo “Baião d’Oxigénio” em três dias seguidos. numa proposta que cruzou teatro e música sobre o processo criativo de um casting.

Depois da peça “Don Juan”, de Elmano Sancho, abrir programa de maio, o Teatro Virgínia acolheu ainda o espetáculo de dança “Still Reich”, da companhia brasileira Focus Cia. de Dança, e Gilmário Vemba, que apresentou o solo de stand-up “3º Round”.

Depois do concerto “Do Not Disturb”, pelo projeto Bloom, liderado pelo músico JP Simões, e do teatro musical “Mães”, uma comédia sobre a maternidade, no dia 29 de maio o Combo Phydellius atuou no Núcleo de Arqueologia – Cerca da Vila, um projeto ligado ao Conservatório de Música do Choral Phydellius que aposta na improvisação e na criação musical em tempo real.

Integrado no Conservatório de Música do Choral Phydellius, o Combo Phydellius tem vindo a promover sessões regulares de experimentação artística, workshops e apresentações ao vivo, envolvendo jovens músicos do concelho de Torres Novas.

No sábado, dia 20 de maio, o Teatro Virgínia recebeu o espetáculo “Aviso de Sala”, apresentado pelo grupo Atelier Teatral dos Miúdos. Com humor e irreverência, o espetáculo desafia crianças e jovens a viver o teatro de forma atenta e participativa, incentivando a curiosidade e a interação com o público.

O Atelier Teatral dos Miúdos integra o projeto “Teatro em Formação” do Teatro Virgínia, centrado na criação colaborativa e no envolvimento artístico dos jovens.

Mais informações e o programa completo estão disponíveis em www.teatrovirginia.pt

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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