Dez projetos de jornalismo juntaram-se com o objetivo de partilharem o melhor que fazem e apoiarem-se no tratamento informativo das eleições para a Assembleia da República, a 6 de outubro de 2019. Um acompanhamento nacional feito de muitas realidades regionais cujo objetivo é sentar à mesma mesa os líderes dos partidos representados no Parlamento, para um grande debate, bem como a organização de discussões com cabeças de lista por distrito.

Eleições em Rede 2019 é um projeto dinamizado pelo podcast Perguntar Não Ofende, do jornalista Daniel Oliveira, pelos meios digitais Fumaça, Sul Informação e Médio Tejo, pelos semanários Jornal de Leiria e Jornal do Fundão e ainda pelos projetos universitários RUM – Rádio Universitária do Minho, RUC – Rádio Universidade de Coimbra e Rádio Universitária da Beira Interior em conjunto com o Urbi et Orbi – Jornal Universitário da Beira Interior (coordenados pelo Remedia.Lab – Laboratório e Incubadora de Media Regionais).

A iniciativa nasce com o propósito de dar uma dimensão nacional a problemas regionais mas, também, olhar para a eleição de um novo Parlamento através da análise e do escrutínio de grandes temas, ao invés de uma cobertura focada em ações de campanha e comícios.

Cada meio terá a sua cobertura e linha editorial própria, mas partilha nos seus canais de distribuição (áudio, papel ou vídeo) e redes sociais trabalhos relevantes dos parceiros.

Mantendo a independência das redações e o estilo de cada projeto, os artigos, entrevistas e debates produzidos ao longo dos próximos dois meses serão discutidos e pensados em conjunto, numa ideia de validação pelos pares.


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Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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