No âmbito da parceria estabelecida com o BNI Estratégia, o mediotejo.net dá destaque ao palestrante da semana, escolhido do painel das 24 empresas associadas.
Esta semana fomos falar com a Agente de Seguros Olga Alves, 38 anos, de Abrantes.
Há quantos anos foi lançado o negócio e como surgiu a ideia de criá-lo?
O meu negócio surgiu há 10 anos, a convite de um comercial que já trabalhava na atividade seguradora. O que me atraiu foi o gosto pelas vendas e o relacionamento interpessoal.
Quais as principais dificuldades que sentiu e que dúvidas/receios teve de vencer?
Não foi fácil bater de porta em porta e ganhar a confiança das pessoas. Ser mediador de seguros é muito mais do que vender. É um trabalho árduo, a tempo inteiro e exigente, e é também saber gerir as reclamações (que são constantes). Não é só sorrir quando se fecha um negócio, mas agir quando surge o sinistro. Ser mediador é informar, esclarecer e proteger o cliente, às vezes até da sua própria seguradora.
Que serviços oferece a empresa e como se distingue no mercado?
Eu, enquanto mediadora de seguros profissional, tenho quer ter disponibilidade para ouvir o cliente, pois é essa a “peça chave” do meu negócio: apoiá-lo e ajudá-lo a encontrar as melhores soluções para as suas necessidades e, sobretudo, estar disponível para ajudar o cliente quando ele mais precisa. O cliente tem de se sentir bem, seguro e confiar no mediador. Para que haja uma boa relação de mediador-cliente é muito importante que haja uma confiança mútua.
Qual foi a melhor aposta que fez no negócio e a sua maior conquista, até ao momento?
Para singrar nesta atividade é necessário abrir os horizontes, de maneira a oferecer ao cliente um leque alargado de opções, tentando sempre transmitir que nem sempre aquilo que parece mais fácil ou barato é, realmente, o melhor… É uma das minhas conquistas: atualmente trabalho com duas corretoras. Foi uma aposta acertada face às exigências dos clientes.
Como vê a empresa daqui a 5 anos?
Com um crescimento ainda maior.

Ser um agente de seguro é realmente um desafio, pois são tantas as situações ( adversidades) que se realmente não tiver a profissão no dna e muito fácil desistir. Parabéns Olga Alves por passar um pouco da sua vivência no ramo aos colegas de profissão. Parabéns também ao portal pelo artigo.