Dois militares feridos após salto de paraquedas durante ação de formação em Tancos. Foto ilustrativa: DR

Os dois militares paraquedistas que na terça-feira, em Tancos, ficaram feridos após um salto ocorrido durante uma ação de formação estão estáveis e em observação hospitalar, disse hoje o Exército. O “incidente” envolveu dois sargentos, entre os 23 e 28 anos.

“Relativamente ao estado de saúde dos dois militares envolvidos no incidente ocorrido no âmbito do Curso de Paraquedismo, em Tancos, Vila Nova da Barquinha, o Exército informa que ambos se encontram estáveis”, lê-se numa nota divulgada.

Os dois militares “permanecem em observação hospitalar”, no Hospital de Leiria e no Hospital de São José, “onde estão a realizar exames complementares de diagnóstico para avaliação de eventuais fraturas ou outras lesões”.

O Exército diz estar a acompanhar a situação, “garantindo o apoio necessário aos militares e às respetivas famílias”.

Na terça-feira de manhã, em Tancos, “ocorreu um incidente no âmbito do Curso de Paraquedismo, envolvendo dois militares, durante a execução de um salto de paraquedas”.

Segundo o Exército, foram acionados de imediato os meios de emergência médica, tendo os militares sido assistidos no local por equipas do Exército e do INEM, e posteriormente encaminhados para unidade hospitalar, um para Leiria, onde permance, e outro para Abrantes, com este último a seguir posteriormente para S. José.

Foi determinada a abertura de um processo de averiguações “com vista ao apuramento das circunstâncias do incidente” e acionado o apoio psicológico, “assegurando acompanhamento aos militares envolvidos e respetivos familiares”.

O curso em questão tem como objetivo formar paraquedistas militares, capacitando-os para o desempenho de funções nas unidades paraquedistas e desenvolver as competências físicas, técnicas, táticas e psicológicas essenciais ao cumprimento de missões aeroterrestres de elevada exigência, indica o Exército.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply