Foto: Nelson Daires

A companhia Amarelo Silvestre apresenta o projeto de teatro e fotografia “Diário de uma República II” numa parceria com o Teatro Nacional D. Maria II, começando por subir ao palco do Teatro-Cinema de Ponte de Sor este sábado, 28 de setembro, pelas 21h00. Segue-se o Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal, no dia 30 de novembro.

“Diário de uma República II” representa a segunda edição de um projeto que a companhia Amarelo Silvestre se propôs a desenvolver entre 2020 e 2030, partindo da questão “Que Teatro se fará a partir do que se vê?”.

“Depois do tema Justiça, na sua primeira edição, em 2021, a segunda edição de Diário de uma República estreou em 2023 e tem como foco a questão do Trabalho, no seu sentido mais amplo: o trabalho das mãos, do corpo, da cabeça, o trabalho humano na paisagem, as questões de género e sociais do trabalho, a beleza e a feiura do trabalho”, pode ler-se em nota de imprensa.

Com direção artística de Fernando Giestas e apoio à direção artística de Rafaela Santos, esta criação da Amarelo Silvestre conta com interpretação de Daniel Teixeira Pinto.

Fotografia de cena © Nelson D’Aires, Loulé, 2023

Refira-se que em 2023, no âmbito do programa de arte participativa Atos, desenvolvido pelo Teatro Nacional D. Maria II e a Fundação Calouste Gulbenkian, a companhia Amarelo Silvestre apresentou o projeto artístico participativo Assembleia, uma extensão de Diário de uma República, em Lamego, Sardoal e Ponte de Sor o que motivou a passagem por estas localidades também em 2024.

“A presença nestes municípios alimentou a criação de Diário de uma República II, espetáculo que agora se apresenta a algumas das comunidades participantes no Atos”, refere-se.

O espetáculo, para maiores de 16 anos e com duração de cerca de 70 minutos, estará em cena no Teatro-Cinema de Ponte de Sor no sábado, dia 28 de setembro, pelas 21h00. Já no dia 30 de novembro, sábado, às 21h30, será a vez de Sardoal receber no Centro Cultural Gil Vicente este espetáculo.

A companhia Amarelo Silvestre é uma estrutura cofinanciada pela República Portuguesa – Cultura/Direção-Geral das Artes (2023-2026) e conta com apoio da Câmara Municipal de Nelas.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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