O mundo está um caos, a Europa não está melhor e o país nem se fala…mas hoje apetece-me “fugir” de todos os problemas que nos rodeiam e concentrar-me naquilo que podemos controlar para sermos mais felizes nas vidas que nos “deram” para viver!

Estamos no início de setembro e isso significa que a maioria de nós já gozou o principal período de férias…e por isso, já regressou às suas rotinas pessoais e profissionais e, em muitos casos, este regresso revelou-se doloroso, traumático e quase depressivo.

Deixem-me partilhar uma técnica que aprendi com um maravilhoso contador de histórias para tornar este regresso mais suave e, no limite, até mesmo mais entusiasmante!

É impossível? Como aprendemos com uma das maiores personalidades do século passado…”só impossível até acontecer”!

Como em quase tudo o que fazemos na vida, grande parte do prazer que temos está associado à expectativa daquilo que vamos viver ou experienciar. Uma boa forma de sonharmos e esquecermos a angústia do regresso às nossas vidas é começarmos desde já a preparar as nossas férias do ano que vem.

Escolher o novo destino, planear os locais a visitar, identificar os sabores e aromas da região que não podemos deixar de descobrir, pedir orçamentos e passar a viver focado no que vamos viver no futuro para suavizar as saudades do que acabámos de viver…e que afinal já é passado!

Por melhores que tenham sido as nossas férias este ano, pôr o foco num objetivo futuro, colocando a expectativa acima do que vivemos este ano, partilhando com cumplicidade as “aventuras” que vamos querer viver com quem nos vai acompanhar…ajudará a esquecer o regresso porque passaremos a estar focados na nova partida.

E em limite, se nada disto ajudar…não nos podemos esquecer que só regressa às suas rotinas quem teve a oportunidade de ir de férias. E nos dias que correm, isso já é um privilégio que não é para todos.

Vasco Damas

É gestor e trabalhar com pessoas, contribuir para o seu crescimento e levá-las a ultrapassar os limites que pensavam que tinham é a sua maior satisfação profissional. Gosta do equilíbrio entre a família como porto de abrigo e das “tempestades” saudáveis provocadas pelos convívios entre amigos. Adora o mar, principalmente no Inverno, que utiliza, sempre que possível, como profilaxia natural. Nos tempos livres gosta de “viajar” à boleia de um bom livro ou de um bom filme. Em síntese, adora desfrutar dos pequenos prazeres da vida.

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