DAMA, Pedro Abrunhosa e Ana Malhoa vão atuar no "Viver Ferreira do Zêzere". Foto: CMFZ

De 9 a 11 de agosto, Ferreira do Zêzere vai acolher a sua festa anual, com um diversificado cartaz musical e uma aposta gastronómica para agradar a todos os gostos. Além dos artistas locais, o programa divulgado pela autarquia apresenta os DAMA, Pedro Abrunhosa e Ana Malhoa como cabeças de cartaz.

O certame abre portas na sexta-feira, pelas 19h00, com a abertura das tasquinhas, artesanato, Mostra Industrial e Comercial do Concelho e Feira do Livro, com o acompanhamento musical do Grupo de Concertinas da ADR de Águas Belas.

O Grupo “Os Unidos da Concertina” atua pelas 20h30, seguindo-se a Sociedade Filarmónica Ferreirense (21h30) e a Banda FH5 (22h30). Os DAMA atuam pelas 00h00, estando o encerramento da animação musical do primeiro dia a cargo do DJ T-AGO (01h00).

No sábado, dia 10 de agosto, a animação do final de tarde está a cargo do Grupo de Concertinas AMCR Dornes (18h00), Grupo de Cantares do Zêzere (19h00), Grupo Coral da Frazoeira (20h00) e Associação Recreativa Filarmónica Frazoeirense (21h00).

Pedro Abrunhosa tem concerto agendado para as 23h00, seguindo-se os Rédea Curta (00h00) e o encerramento estará a cargo da Dupla Mete Cá Sets (01h00).

Foto arquivo: CMFZ

No último dia de certame, domingo, sobe ao palco o Grupo Amigos das Concertinas A.C.D.R Chão da Serra. Pelas 18h00 tem início o Encontro de Folclore, com a atuação do Rancho Folclórico e Etnográfico da Vila de Pias; do Rancho Folclórico da Alegria do Alqueidão de Santo Amaro e do Rancho Folclórico do Bêco Santo Aleixo.

Pelas 20h00 a animação será garantida pela Casa do Povo de Ferreira do Zêzere, seguindo-se a atuação de Ana Malhoa pelas 22h00. A fechar mais uma edição do “Viver Ferreira do Zêzere”, sobe ao palco o DJ T-AGO pelas 23h30.

O certame vai contar com as tradicionais tasquinhas, uma zona de artesanato, uma mostra industrial e comercial do concelho e uma feira do livro, a par de petiscos e muita música e animação, com a habitual presença de grupos de concertinas, filarmónicas, grupos corais e de cordas e ranchos folclóricos.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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