Os CTT acabam por se esquecer da sua principal função que é entregar correspondência. As opções politicas do país, que optaram por dar a privados as competências do serviço publico estão na origem deste fenómeno.

Agora o interesse é gerar lucros, vender o que se puder e criar um banco. Claro, se der para o torto os mesmos políticos acabarão por agarrar no nosso dinheiro e tapar os maus negócios destes privados. É injusto e cria alguma revolta a quem se apercebe destas coisas.

No entretanto, a correspondência lá se vai acumulando à espera de melhores dias. À espera que alguém se lembre de que os CTT foram criados para a entregar.
(Sardoal, junho de 2017)

Paulo Jorge de Sousa

Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.