A EN2 tem vindo a ser uma rota turística que o português já fez ou conta fazer. E agora até os políticos a fazem, em campanha ou em campanha. Mas sempre no banco de trás, com motorista próprio e um batalhão de gente da comunicação.
No entanto, há uma coisa que eu ainda não consigo entender: o porquê dos marcos e de algumas placas informativas deste percurso, estarem cobertas por autocolantes. O que pode levar as pessoas a deixarem uma marca nos sítios por onde passam?
Não conseguem desfrutar dos locais, das paisagens, da gastronomia, dos museus, dos espetáculos e de tudo o mais que a rota oferece, sem deixarem estas marcas?
NOTA: A crónica do passado domingo, foi a número 500. Com esta, faltam apenas 237 para igualar, em kms, toda a EN2, de Chaves a Faro.
Fotografia: Picoto, Vila de Rei, junho de 2025
