Foto: Paulo Jorge de Sousa

A EN2 tem vindo a ser uma rota turística que o português já fez ou conta fazer. E agora até os políticos a fazem, em campanha ou em campanha. Mas sempre no banco de trás, com motorista próprio e um batalhão de gente da comunicação.

No entanto, há uma coisa que eu ainda não consigo entender: o porquê dos marcos e de algumas placas informativas deste percurso, estarem cobertas por autocolantes. O que pode levar as pessoas a deixarem uma marca nos sítios por onde passam?

Não conseguem desfrutar dos locais, das paisagens, da gastronomia, dos museus, dos espetáculos e de tudo o mais que a rota oferece, sem deixarem estas marcas? 

NOTA: A crónica do passado domingo, foi a número 500. Com esta, faltam apenas 237 para igualar, em kms, toda a EN2, de Chaves a Faro.

Fotografia: Picoto, Vila de Rei, junho de 2025

Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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