Foto. Paulo Jorge de Sousa

Foi na Rua Alfredo da Silva em Alferrarede, Abrantes, que encontrei esta frase escrita num portão das enormes instalações da antiga CUF que estão em estado de abandono e em alto grau de degradação.

Não é propósito desta crónica falar daquele património mas sim da frase que me parece poder ser interpretada de várias formas e sobre vários aspetos. E não se aplica ali, apenas, aplica-se a uma região inteira que teima em não conseguir vencer as desigualdades entre o interior e o litoral.

Fotografia: Alferrarede, Abrantes, finais de 2021

Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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