Foto: Paulo Jorge de Sousa

Este fim de semana está quente, muito quente. E duas coisas nos preocupam: a possível seca e os incêndios. A barragem de Castelo de Bode todos sabemos como está, embora nos seja garantido que há água para o consumo humano. Pelo menos por agora, digo eu.

Sobre os incêndios, segundo nota do Ministério da Administração Interna, estamos com a “pior conjugação de fatores, desde Pedrógão Grande”, ou seja, pode voltar a acontecer tudo, de novo. Penso que o país não avançou em quase nada desde Pedrógão, a não ser, dizem, com o reforço de meios de combate aos incêndios.

Espero, e penso que isto é extensivo aos leitores desta crónica, que não aconteça nada idêntico a Pedrógão e que, com sorte, nos safemos do pior.

Entretanto desfrutem deste tempo quente como puderem e evitem piqueniques, sobretudo com Bacalhau à Brás na ementa, não vão ter de ir ao hospital onde podem não haver médicos.

Fotografia : Sardoal, 2022

Paulo Jorge de Sousa

Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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