Foto: Paulo Jorge de Sousa

A 16 de março de 2020 a região do Médio Tejo conhecia o seu primeiro caso do “novo coronavírus”. Depois disso, todos sabemos o que se passou, entre confinamentos e restrições à circulação de pessoas, ainda mantemos frescas as fotografias das cidades, vilas e das aldeias completamente vazias.

No Sardoal, apesar de ser uma vila pequena e com pouco movimento, eu também saí à rua durante este período e fotografei as ruas e as praças vazias. Passar na Praça da República e ver todos aqueles bancos sem vida, era desolador.

Dois anos depois, ainda de máscaras, a Praça recomeça a ganhar os seus habituais frequentadores e os bancos voltam a ganhar o seu protagonismo no espaço público de convívio.

Fotografia: Sardoal, março de 2022.

Paulo Jorge de Sousa

Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.