Foto: Paulo Jorge de Sousa

E lá vamos nós outra vez. Ainda há cerca de dois anos fomos questionados sobre quem queríamos que nos representasse no parlamento. A este ritmo vai ser difícil esperar que este país ganhe um rumo e que possamos convergir com os outros países europeus mais desenvolvidos.

Ainda temos um longo percurso a percorrer e também não acredito que lá cheguemos tão depressa, a ver pela falta de sentido de estado que os últimos governos nos têm habituado, incluindo, nas suas listas, os habituais carreiristas políticos e, posteriormente, dando aos seus correligionários os apetecíveis cargos de nomeação, sem que tenham alguma preparação ou conhecimento das matérias que irão gerir.

Gostava de ser menos pessimista mas não consigo reconhecer, em grande parte dos nossos candidatos a representantes distritais, grandes sinais de mudança de que a política se deva fazer com elevação e sentido de estado. Muitos, ao longo do tempo, até se vão esquecer dos distritos que os elegeram. 

Fotografia: veículo abandonado, Sardoal, 2019.

Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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