Podia ser o “Mar D’Outubro” ou um dos “Sete Mares”, da Sétima Legião.
Ou “O Mar”, de Madredeus.
Também podia ser a história de uma navegação cantada pelo Fausto quando vai “Por Este Rio Acima”…
Mas também existem os mares “interiores”, como os “Seven Seas” dos Echo and the Bunnymen…
O Mar, sempre O Mar…
Podemos vê-lo como limite, fronteira, diversão, surpresa, trabalho,contemplação, etc. etc. etc.
O Mar tem sempre esse poder, o de ser aquilo que queiramos que seja. Aqui, nesta fotografia, pode ser um Mar imaginário, o Mar de fim de dia, ou o Mar de faz-de-conta.
Pode fazer deste Mar o seu Mar. Se quiser, claro.
*Fotografia: Moinhos de Entrevinhas, Sardoal, agosto de 2019.
