Há fotografias que são propícias a tantas interpretações que cada um de nós consegue ter meia dezena de pensamentos, todos eles diferentes uns dos outros. Mas isso não quer dizer que seja uma fotografia fácil. Ela pode ser também uma fotografia provocadora.
Daquelas que nos faz pensar se realmente há ou não há uma possibilidade de passarmos esta porta que apesar de velha teima em ter uma chave que ninguém sabe onde está.
Cá para mim deve ser algum banco que a deve ter.
A casa, no interior de Portugal, deve ter ficado sem ninguém, porque o banco, segundo as notícias, mais facilmente empresta dinheiro para comprar um carro (para nos pirarmos daqui para fora) do que para fazermos obras e a tornar mais eficiente e confortável, apesar dos compromissos que fez com o Estado.
Fotografia, Sardoal (sem data)
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Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.
Mais por Paulo Jorge de Sousa