O desenvolvimento é um processo que pressupõe o envolvimento das pessoas. Dele, espera-se o progresso, a evolução, a expansão, a prosperidade, o aumento, a progressão, a otimização, a melhoria, o acréscimo.

E não podemos pensar que isto tudo está relacionado apenas aos bens materiais, àquilo que temos ou podemos ter. Está também ligado às nossas convicções, à forma como pensamos e à maneira que defendemos o que pensamos.

Assim podemos dizer que qualquer processo de desenvolvimento depende da evolução do pensamento.  E é tão essencial que até diria que, sem ele, nenhum dos outros avançará.
O pensamento gera massa critica e essa massa critica gera discussão, gera outras formas de ver as coisas e gera soluções.

Como há cada vez menos pessoas a ficar (ou a voltar) ao chamado “interior”, há em proporção, redução de pensamento e de massa critica. Não havendo massa critica, mais vulneráveis ficam as pessoas de quem apresenta uma solução como sendo a melhor para todos.

(Voltarei ao tema em próxima crónica fotográfica)

Fotografia – Sardoal, junho de 2019

Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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