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O vereador Tiago Carrão (PSD) questionou, esta segunda-feira, o presidente da Câmara de Tomar sobre a criação de um serviço de Medicina Física e Reabilitação no Hospital da cidade, reivindicação já expressa pela Comissão de Utentes com um abaixo-assinado de cerca de três mil assinaturas. Em resposta, Hugo Cristóvão manifestou o apoio do município à medida, garantindo que já transmitiu essa posição ao Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde, embora a decisão final dependa do Governo.

Durante a reunião do executivo que decorreu na manhã de 1 de setembro, o social-democrata recordou que a Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo e dos Serviços Públicos do concelho de Tomar tem vindo a reivindicar a instalação deste serviço, considerado “importante para a população”. Em outubro de 2024, a comissão entregou um abaixo-assinado com cerca de três mil assinaturas a defender essa pretensão.

ÁUDIO | Tiago Carrão, vereador social-democrata na CMT

“A pergunta que eu faço, senhor presidente, é se tem acompanhado esse processo, tem conhecimento se realmente há uma possibilidade de isso vir a acontecer ou se, para já, não está nos planos da ULS, do Hospital de Tomar?”, questionou Tiago Carrão.

Sobre a implementação do serviço de Medicina Física e Reabilitação, o presidente da Câmara Municipal de Tomar afirmou que o município entende ser “uma valência muito interessante, que faz todo o sentido” que possa ser localizada em Tomar. “Desde logo, porque há condições físicas para isso e depois porque a localização aqui no centro do país criaria, também para os utentes, não apenas da nossa região, boas condições para o acesso a esses cuidados específicos de saúde”, referiu Hugo Cristóvão.

ÁUDIO | Hugo Cristóvão, presidente da Câmara Municipal de Tomar

O autarca de Tomar explicou ainda que já reuniu com a Comissão de Utentes e transmitiu o apoio do município ao Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde. Segundo o presidente da Câmara, “da parte do Conselho de Administração essa é uma vontade também, pelo menos isso foi-nos expresso”, sublinhando, contudo, que a decisão final depende de autorização governamental.

“Não tenho, para já, outras informações para além disto, a não ser dizer que, de facto, achamos que faz todo o sentido. Como já disse, é uma forma de potencializar as instalações do nosso hospital, do nosso centro hospitalar e de também ter aqui mais uma valência na área da saúde”, concluiu.

Mestre em Jornalismo e apaixonada pela escrita e pelas letras. Cedo descobriu no Jornalismo a sua grande paixão.

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