Trabalhadores da Valnor aprovam resolução reivindicando aumento de salários. Foto arquivo: CMA

A empresa responsável pelo tratamento de lixo de 25 municípios de Abrantes (mais Mação e Sardoal no distrito de Santarém), Castelo Branco e Portalegre iniciou hoje a higienização de todos os ecopontos existentes na sua área de intervenção, como medida de prevenção à propagação da covid-19. “Esta medida de prevenção contra a proliferação do coronavírus será aplicada gradualmente a todos os ecopontos e em todos os municípios”, explica, em comunicado, a Valnor.

A empresa iniciou a higienização de todos os ecopontos existentes nos seus 25 municípios, tendo para o efeito constituído equipas, que devidamente protegidas e com produto de desinfeção, “vão higienizar todos os ecopontos existentes na via pública e as suas envolventes”.

“Desta forma, a Valnor inicia uma operação essencial no combate à propagação do coronavírus em que o papel do cidadão é essencial, ao não deixar os recicláveis nos exteriores dos ecopontos”, lê-se na nota.

A Valnor, uma das 11 empresas do grupo ‘Environmental Global Facilities’ (EGF), é responsável pela gestão, valorização e tratamento dos resíduos urbanos produzidos nos municípios de Abrantes, Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo Branco, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Idanha-a-Nova, Mação, Marvão, Monforte, Nisa, Oleiros, Ponte de Sôr, Portalegre, Proença-a-Nova, Sardoal, Sertã, Sousel, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão.

Abrange uma área aproximada de 12 mil quilómetros quadrados, serve uma população de cerca de 254 mil habitantes e é responsável por reciclar e tratar mais de 101 mil toneladas de resíduos de 25 municípios.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 428 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 19.000.

Em Portugal, há 43 mortes, mais 10 do que na véspera, e 2.995 infeções confirmadas.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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