Foto: DR

Um foco de covid-19 foi detetado na terça-feira numa empresa de transformação de carnes em Tomar, com 34 infetados entre os cerca de 200 funcionários, tendo as instalações sido encerradas para controlar o contágio, informou hoje o município.

Em comunicado, a Câmara de Tomar refere que “até ao momento 34 funcionários testaram positivo à covid-19” na Ribasabores e que, “após proposta da delegada de saúde”, foi decidido o “encerramento da empresa, após todos os trabalhadores realizarem testes” de despiste ao novo coronavírus.

“Os serviços sociais municipais estão desde o início da tarde a fazer os diagnósticos sociais e familiares dos casos, para fazer o rastreio […] e o devido acompanhamento dos casos necessários”, pode ainda ler-se na nota.

Segundo a Câmara de Tomar, “os casos positivos que não possuem habitação com condições para cumprir confinamento estão a ser transferidos para a base naval do Alfeite”.

A empresa Ribasabores está sediada no Parque Empresarial de Tomar.

Dos cerca de 200 funcionários, cerca de metade fizeram o teste ainda na terça-feira, tendo os primeiros resultados chegado à noite, com 34 casos positivos.

Os restantes estiveram hoje a fazer testes, esperando-se os resultados.

“Nas próximas horas, e após saber mais resultados e possíveis linhas de contágio, serão tomadas eventualmente mais medidas”, indica o município.

14:00 – Há 34 casos confirmados de covid-19 na empresa Ribasabores, em Tomar. A empresa de matadouro e transformação de carnes tem cerca de 200 trabalhadores, metade dos quais já haviam sido testados na manhã de hoje.

A empresa Ribasabores decidiu encerrar as instalações temporariamente para controlar o foco de contágio, tendo a presidente da Câmara de Tomar, Anabela Freitas, feito um ponto de situação perto da hora de almoço sobre os trabalhos que estão a decorrer pelas autoridades de saúde em declarações à TVI.

c/LUSA

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *