Créditos: Unsplash

Esta quinta-feira, 2 de julho, confirmaram-se mais quatro casos de infeção por covid-19 em Ourém, três deles ainda relacionados com o surto iniciado no Coro do Santuário de Fátima (que soma já 42 infetados), e o outro por contacto com um doente infetado proveniente de Odivelas. A Delegada de Saúde do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo, Maria dos Anjos Esperança, adiantou ainda ao mediotejo.net que o caso hoje confirmado em Torres Novas diz respeito a um homem que reside no concelho mas trabalha em Lisboa.

Há ainda a registar mais um caso no Entroncamento e um outro em Vila Nova da Barquinha.

O ACES Médio Tejo apresenta assim esta quinta-feira, 2 de julho, um total acumulado de 295 pessoas infetadas (+7), 156 recuperadas (+1), 112 pessoas em vigilância ativa (-11), e 14 óbitos (-). Ourém continua a ser o município com mais pessoas em vigilância ativa (59), seguido agora de Abrantes (12), de Torres Novas (11), do Entroncamento (10), Tomar (8), Vila Nova da Barquinha (6), Mação (4), e Ferreira do Zêzere (2). Com os casos da Sertã (6) e Vila de Rei (1) a região do Médio Tejo soma um total de 302 pessoas infetadas, 163 recuperadas e 14 óbitos.

Com o caso hoje confirmado em Vila Nova da Barquinha, todos os concelhos do ACES Médio Tejo passam a ter registos de infeções no período pós-confinamento. Esta quarta-feira, 2 de julho, o número de casos no pós-confinamento ultrapassou também número total registado durante o período de confinamento. A média diária de casos, contudo, é ainda ligeiramente mais baixa: 2,5 infeções por dia, quando na primeira fase se fixou nos 3,1 casos diários.

 


Discover more from Médio Tejo

Subscribe to get the latest posts sent to your email.

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

Deixe um comentário

Leave a Reply