Alguns equipamentos foram adquiridos outros foram recuperados. Foto: CM Sertã

“Garantir que todos os alunos do Concelho tenham acesso aos conteúdos educativos em condições de equidade, ultrapassando as suas competências em matéria de educação” é o objetivo do Município da Sertã que, no atual contexto de pandemia e isolamento social, tem vindo a trabalhar de forma concertada com os estabelecimentos escolares do concelho.

Foi feito o levantamento das necessidades de equipamentos informáticos e similares, acesso à internet e configuração de equipamentos, no sentido de minimizar os constrangimentos provocados pelo encerramento das escolas.

Entre equipamentos afetados às escolas e equipamentos entretanto recondicionados, o Município da Sertã está a distribuir tablets, computadores e internet móvel a alunos identificados por cada um dos estabelecimentos escolares. O objetivo, explica a autarquia em nota de imprensa, “passa por garantir que nenhum aluno do concelho fique privado do acesso aos conteúdos disponibilizados pelo Ministério da Educação, no contexto do ensino à distância, garantindo equidade no acesso ao ensino e aprendizagem”.

Também no sentido de minimizar condicionalismos no acesso aos conteúdos disponibilizados online, o Município da Sertã está a diligenciar esforços junto das operadoras de comunicações e da ANACOM para a melhoria do sinal de internet em áreas identificadas pelo Município e pelas Freguesias, cuja colaboração foi solicitada pelo Município.

Em paralelo, outra forma de apoio passa pelo fornecimento de refeições escolares em regime de take away para crianças e alunos abrangidos pelos escalões 1 e 2 do abono de família, durante o período de encerramento das escolas determinado pelo Estado de Emergência e durante a interrupção letiva da Páscoa.

Ainda em matéria de educação, o Município da Sertã está a dar seguimento ao acompanhamento no âmbito da Terapia da Fala, através da teleterapia, às crianças e alunos sinalizados pelos docentes titulares do Agrupamento de Escolas da Sertã.

 

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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