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O Comando Distrital de Santarém da PSP confirmou esta terça-feira, 26 de janeiro, a existência de casos positivos de covid-19 e agentes da esquadra de Abrantes em confinamento, garantindo estar assegurada a “operacionalidade e a resposta ao cidadão”.

“Temos situações positivas identificadas na esquadra de Abrantes e também noutras subunidades” ao nível do Comando Distrital de Santarém, disse ao nosso jornal o Comissário João Silva, assegurando que os protocolos estão a ser seguidos.

De acordo com a mesma fonte, neste momento não se verificam “constrangimentos operacionais”, decorrendo normalmente toda a atividade da Polícia de Segurança Pública.

“A operacionalidade da PSP em Abrantes está garantida. A esquadra não vai fechar e a resposta ao cidadão será dada. Se a situação ficar preocupante – que não é o caso – haverá reforço policial vindo das esquadras limítrofes” afirmou o Comissário.

A situação epidemiológica na esquadra da Policia de Segurança Pública de Abrantes foi referida esta manhã pelo vereador eleito pelo Partido Social Democrata, Rui Santos, em reunião de Câmara Municipal de Abrantes.

Afirmou “saber que nos últimos dias vários agentes da PSP ficaram infetados” com o novo coronavírus e perguntou ao presidente da Câmara se tal colocaria em causa o desempenho da PSP no concelho.

Em resposta, o presidente Manuel Jorge Valamatos (PS) confirmou a infeção por SARS-CoV-2 “em alguns agentes da PSP” indicando não haver “pessoas com sintomatologia de doença grave. Alguns estão quase a retomar a sua atividade”.

Acrescentou ter retirado da conversa com o comandante da esquadra de Abrantes que “o funcionamento da PSP não está em causa”.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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