Pousada da Juventude de Abrantes. Créditos: Movijovem

No combate à pandemia causada pela Covid-19, o Governo disponibilizou 41 pousadas da juventude no continente para acolher os profissionais de saúde e das forças de segurança, o que corresponde a mais de 3.500 camas. A Pousada de Abrantes é uma delas.

O Ministério da Educação, que tutela as áreas da Juventude e do Desporto, disponibilizou 41 pousadas da juventude, uma delas em Abrantes, para acolher profissionais de saúde e das forças de segurança em território nacional, correspondendo a mais de 3.500 camas por causa da pandemia causada pela Covid-19. As pousadas da juventude e os centros de medicina desportiva vão estar disponíveis durante este período de situação epidemiológica.

Localizada na cidade de Abrantes, especificamente na Av. Eng. Adelino Amaro da Costa, a Pousada de Juventude de Abrantes situa-se perto do Hospital Dr. Manoel Constâncio – centro de acolhimento dos casos mais graves e combate aos casos mais críticos identificados no Centro Hospitalar do Médio Tejo – conta com 15 quartos, sendo a única na região do Médio Tejo e no distrito de Santarém a responder a esta necessidade.

Já na terça-feira, 17 de março, o presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, referiu essa possibilidade durante a reunião de executivo, notando a proximidade com o Hospital de Abrantes.

Em comunicado, o Ministério da Educação adianta também que o Instituto Português do Desporto e Juventude já disponibilizou dois dos Centros de Medicina Desportiva – o Centro de Medicina Desportiva de Lisboa e o Centro de Medicina do Porto – com equipamento e material que ficarão ao dispor dos profissionais de saúde.

LISTA COMPLETA DAS POUSADAS DA JUVENTUDE:

C/Lusa

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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